12/10/2014

FREEDOM


“Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda ” — Cecilia Meireles.

Há alguns anos atrás li uma apostila em que a minha professora de Filosofia nos entregou, onde o tema se aplicava a Liberdade para procuramos saber o tal real significado do mesmo. Será que algum de nós sabemos explicar o  inexplicável? Até porque a liberdade é algo que não se explica, e sim, se sente.
No texto, citava de como cada um de nós definiria. Ou de como iríamos pensar a respeito. Ao ler este texto, neste exato momento você já deve estar pensando o que seria a liberdade. Será que você pensou em: autodeterminação, alternativas de escolhas, decisões, em fazer ou não algo sem ser obrigado a isso... Você esta no caminho certo.

“Nossa liberdade é uma liberdade condicionada, uma liberdade em condição humana, nossa vida se desenvolve entre os limites inacessíveis de uma liberdade zero e de uma liberdade infinita ” — George Gusdorf.

Não existe uma liberdade zero. Por mais escravizada que se encontre uma pessoa, sempre lhe sobra algum poder de escolha. Em qualquer situação, nunca lhe faltará a possibilidade de dizer sim ou não, de se mostrar favorável a algo, revelar aprovação ou rejeição apenas por expressões físicas. Até mesmo pelo pensamento é possível exercer liberdade. Não temos a necessidade de falar tudo o que pensamos. Podemos muito bem guardar algumas opiniões pra si. 
Do mesmo jeito que não existe liberdade zero, também não há liberdade infinita ou absoluta. Ninguém pode escolher tudo. Ninguém, por exemplo, escolhe entre nascer, nem os pais, o país e nem a época em que vive.

"Poderia se dizer livre, livre mesmo, é quem decide de uma hora pra outra que naquela noite que janta em Paris e pega um avião. Mas mesmo este que depende de estar com o passaporte em dia e encontrar lugar na primeira classe. E nunca escapará da dura realidade de que só chegara em Paris para o almoço no dia seguinte. O planeta tem seus protocolos." — VERÍSSIMO, Luis Fernando. Veja,São Paulo, (26):27, 29 jun. 1988.


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